segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Informe: Assembleia Geral do CCS
17:37
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CACCF informa: Assembleia Geral do CCS
Data: 28/02 - 12h - Escadaria do CCS
Pauta: Discussão sobre as novas medidas de segurança da UFRJ
Manteremos em contato qualquer alteração.
Para fim de esclarecimento aos interessados:
""O reitor Carlos Levi anunciou que está negociando com a Polícia Militar a instalação de uma base permanente na Cidade Universitária.
"Temos, concretamente, o compromisso da PM de ampliar o contigente de policias aqui localizados. Estamos contando com esse aperfeiçoamento da segurança, em curto prazo", disse Levi, segundo informe da Coordenação de Comunicação da UFRJ. A PM pretende reforçar a segurança no campus e arredores com mais 16 policias e quatro carros.
A Reitoria informou, ainda, que entrou em contato com o Ministério da Educação e solicitou a contratação de 100 vigilantes. Outras medidas: Segundo a Coordenação de Comunicação da UFRJ, o acesso pelos fundos do CCS, na entrada do campus, será cercado. Novos rádios de comunicação aprimorariam o contato entre a Diseg e a PM.
A Prefeitura Universitária anunciou, também, a instalação, em pontos estratégicos, de 99 câmeras (recebidas no dia 15 de janeiro) até o fim do semestre e, depois seriam instaladas guaritas com policiais militares nas saídas norte (de acesso À Avenida Brasil) e sul (próximo à Ponte do Saber).
Segundo o prefeito Ivan Carmo, a UFRJ tem contratos para agentes de portaria e de segurança patrimoniais, mas está providenciando outros para garantir a segurança de áreas como os estacionamentos do campus. [...]"" - Informações retiradas do Jornal do Sintufrj.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
EMPRESA JÚNIOR 'ANTONIO PAES DE CARVALHO'
A Empresa Junior Antonio Paes de Carvalho (EJ - APC) foi criada em 2010 por iniciativa da coordenação do curso de Ciências Biológicas - Modalidade Médica da UFRJ e de um grupo de alunos e ex-alunos do curso. Seus membros fundadores são: Debora Monteiro Moretti, João Paulo Costa Pinho, Samir Pereira da Costa Campos e Flávia Leticia Peçanha.
Sua diretoria é composta somente por alunos que ocupam os seguintes cargos (diretoria 2013-2014):
- Diretor Presidente: Gabriel Matos
- Diretor Vice-Presidente: Carolina Baeta
- Diretor Administrativo - Financeiro: Bárbara Rezende
- Diretor de Marketing: Taissa Neustadt
- Diretor Comercial: Gabriel Melo
- Diretor de Recursos Humanos: Felipe Teixeira
Os principais objetivos da APC são:
(1) abrir um novo horizonte aos alunos, inserindo-os em uma empresa que pertence e é gerenciada por eles;
(2) estimular o empreendedor que existe dentro de cada um deles; e
(2) estimular o empreendedor que existe dentro de cada um deles; e
(3) produzir e disponibilizar no mercado insumos essenciais para a pesquisa básica.
A APC é vinculada ao Instituto de Ciências Biomédicas, mas mantém suas portas abertas para alunos de outros cursos da UFRJ que desejem participar.
Visite: www.apcbiotecnologia.com.br
Perfil Facebook: Clique aqui.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Eventos Acadêmicos
Divulgando eventos relacionado a área de pesquisa, análises clínicas e forense, com conteúdo de relevância ao nosso público.
Sempre contribuindo com a formação dos estudantes de Biomedicina da melhor do Brasil, UFRJ.
- (LOGO ATUALIZAREMOS O POST COM NOVOS EVENTOS)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
O que é um Centro Acadêmico?
Um Centro Acadêmico (C.A.) é uma entidade que representa todos os estudantes de um curso. E para representar, ele deve manter com seus estudantes um canal direto e permanente de contato, realizando as discussões, debates, palestras e reuniões de forma democrática e aberta a todos que quiserem participar. O C.A. também deve buscar formas de incentivar a participação daqueles que não participam, trazendo-os para as suas atividades e construção.
O C.A. é organizado e mantido pelos alunos de um curso em cada faculdade e funciona como elo de ligação entre os estudantes, a Coordenação e Direção da Instituição. Um dos seus propósitos é unir estudantes para atividades que podem ser realizadas durante o tempo de gestão de cada chapa que for eleita, para desempenhar o que foi proposto.
Dentre as funções básicas do C.A. está principalmente garantir o contato dos estudantes do curso com os órgãos de representação geral (DCEs, Executivas de curso e etc.). Discutir soluções para os problemas do curso (como falta de professores, mudanças curriculares, disciplinas mal estruturadas), garantir que haja representação dos estudantes nos órgãos colegiados e departamentos, fazer a recepção de calouros, organizar confraternizações e fiscalizar a faculdade também são importantes funções de um Centro Acadêmico.
Um C.A. organizado, com respaldo político junto aos estudantes, professores e técnicos-administrativos é uma importante arma no combate às iniciativas que visam prejudicar os estudantes e que desrespeitam a democracia do curso. Em suma, um CA crítico e participativo contribui para a melhoria da qualidade nos debates em sala de aula e, conseqüentemente, do curso o qual ele representa na faculdade.
Estante do CACCF
AVISO: Esses materiais pertencem ao CA e não podem sair de lá. Já que esse material, de algum modo, foi de uma grande ajuda para vários colegas em um certo período de nosso curso, por isso ao usá-lo tenha cuidado para que assim outros estudantes, como você, também tenha esse direito.
Segue a abaixo, a lista de nosso acervo:
- (LISTA SENDO ELABORADA NO MOMENTO. LOGO, TEREMOS A LISTA ATUALIZADA. Obrigada pela compreensão)
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Instituto de Ciências Biomédicas - UFRJ
A ORIGEM NOS ANOS DE CHUMBO
Visite o site da ICB, clique aqui .
O Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro foi fundado em 1969, em pleno governo militar e sob a égide do Ato Institucional no. 5, o instrumento legal coercitivo que sustentava a ditadura. Naquela época, a palavra de ordem era homogeneizar para melhor controlar. Seguindo essa orientação, a reforma universitária de 1968 já havia indicado que o ciclo básico das profissões da Saúde fosse separado do ciclo profissional, e unificado em institutos de ciências biomédicas ou similares. Praticamente todas as universidades federais, então, criaram os seus ICBs, reunindo os professores de anatomia, histologia, fisiologia, farmacologia etc, sob a mesma unidade acadêmica.
O nosso ICB não foi exceção. O primeiro diretor, homem liberal de espírito generoso, foi Lauro Sollero, então professor catedrático (depois professor titular) de Farmacologia. Sollero implantou o ICB ainda na Praia Vermelha, onde funcionou até 1972, ano da mudança para o campus do Fundão. A criação do ICB teve um lado positivo, pois permitiu maior proximidade com o Instituto de Biofísica, fundado muito antes (1945) por Carlos Chagas Filho, o que garantiu uma gradativa, porém sustentada, introdução da pesquisa científica nos departamentos. O lado negativo foi a separação, que se acentuou, entre a pesquisa básica, a pesquisa clínica, e a prática das profissões de Saúde.
A ESTRUTURA DEPARTAMENTAL
A reforma universitária de 1968 havia também abolido a cátedra vitalícia, antiga reivindicação dos professores mais progressistas e do movimento estudantil. As cátedras foram substituídas pelos departamentos, dotados de colegiados próprios mais democráticos. E os catedráticos – liderança única em cada cátedra - foram substituídos pelos professores titulares. Caiu o domínio senhorial dos catedráticos, e tornou-se possível que os departamentos tivessem mais de um professor titular.
O ICB, nessa nova realidade, reuniu os departamentos de anatomia, histologia e embriologia, biofísica e fisiologia, bioquímica, parasitologia e farmacologia. O departamento de biofísica e fisiologia ficou sob o encargo do Instituto de Biofísica, cujos professores eram representados na congregação do ICB. Nos anos 1980 o departamento de parasitologia foi também incorporado ao Instituto de Biofísica. E recentemente, em 2004, o departamento de bioquímica separou-se do ICB e se transformou no novo Instituto de Bioquímica Médica.
Esse processo de segmentação não foi negativo, pois evitou um provável gigantismo do ICB que talvez o tornasse uma unidade de difícil administração, desenvolvimento que ocorreu em outros ICBs no país. Além disso, corria em paralelo uma forte tendência das ciências biológicas e biomédicas em direção à multi e à transdisciplinaridade. Novas disciplinas científicas apareceram, e a interação horizontal se tornou imperativa na fronteira do conhecimento, obscurecendo os limites dos departamentos. Estava maduro o cenário para a superação da estrutura departamental.
EM BUSCA DE UMA NOVA ESTRUTURA
Em 2005, o então diretor Prof. Adalberto Vieyra fomentou uma intensa discussão interna no ICB, com vistas a reformar a estrutura departamental, que havia se tornado envelhecida e incapaz de lidar com a dinâmica da ciência contemporânea. Com grande participação dos professores, alunos e servidores, esse rico processo de debate resultou em uma nova proposta de Regimento, aprovado em plebiscito, homologado pela Congregação e, em dezembro de 2007, terminativamente aprovado pelo Conselho Universitário.
O novo Regimento trouxe mudanças fundamentais: em lugar dos departamentos, foram criados5 Programas de Pesquisa, 2 de Pós-Graduação (já existentes anteriormente), 4 de Graduaçãoe de 1 de Extensão. Os programas são avaliados quinquenalmente por comissões externasad-hoc, e sua continuidade ou interrupção é decidida pela Congregação. Os professores podem fazer parte de um ou mais programas, bem como postular à Congregação a qualquer tempo a sua transferência de programa. Os professores, além disso, podem solicitar duplo vínculo intrauniversitário, e passar a atuar no ICB e também em outra unidade da UFRJ. O objetivo é fomentar a integração básico-clínica, mencionada adiante. Os programas se reúnem em Câmaras, e a Congregação ficou mais enxuta, assumindo o papel de grande colegiado decisório do ICB.
A expectativa de todos é que a nova estrutura facilite a integração interna entre professores, alunos e servidores, fomentando novas linhas de pesquisa, opções inovadoras no ensino básico para a área da Saúde, crescimento dos cursos de pós-graduação e uma forte atividade de extensão, voltada especialmente para a formação de professores do ensino básico.
EM BUSCA DE UMA NOVA MISSÃO
Com a nova estrutura, o ICB voltou-se para analisar a sua missão. A quê se destinaria um instituto de ciências biomédicas? A discussão levou a propor como missão do instituto, e sua meta para as próximas décadas, investir na integração básico-clínica e na pesquisa translacional. Avaliando que essa é uma tendência internacional, o ICB se propõe a estimular a atuação de seus professores e alunos num amplo espectro de linhas de pesquisa, que vai desde os aspectos mais fundamentais, básicos e descompromissados da Biologia, até a pesquisa clínica orientada para as doenças prevalentes do século XXI, e alternativas terapêuticas para saná-las ou preveni-las.
Fonte: http://www.icb.ufrj.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=10
Fonte: http://www.icb.ufrj.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=10











