sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Sejam Bem-Vindos, Calouros 2013.2!
04:23
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Nós do Centro Acadêmico Carlos Chagas Filho temos o prazer de parabenizar por sua entrada na melhor do Brasil, a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Como também fazer parte da família mais animada do CCS, a nossa querida Biomedicina. Neste momento, você acaba de dar um grande passo: ingressar na universidade. Será apenas o início de uma nova história. Vocês colecionarão descobertas, desafios e ótimas lembranças durante sua estadia nessa graduação.
Nessa primeira semana, vocês vivenciaram a inesquecível e uma das primeiras lembranças de um universitário que é a famosa "Semana do Trote". Seria como uma recepção aos calouros, que ensina "na prática" boas lições para se adaptar a essa nova fase de sua vida. Acabou ensino médio, agora é hora de correr atrás do seu futuro! A essência da Semana de Trote vai além de gritos e elefantinhos, ou de 'Acorda Alexandre', a semana é realizada para prepara-los para os obstáculos que sempre aparecem na vida de um universitário, conseguir balancear o peso das responsabilidades da faculdade com as dificuldades do dia-a-dia. Responsabilidade que a cada período vem cobrando mais e mais. Durante a faculdade, vocês passarão por estresse e ficarão em encruzilhadas causadas por dúvidas, mas saibam que todo esse tempo vocês passarão por mudanças. É a famosa fase do amadurecimento. Saibam pensar sob pressão e mantenha o foco, principalmente quando há provas e listas de Cálculo ou dos milhares de artigos de Origem da Vida, rs. Todas as atividades que vocês tiveram nessa semana é para exemplificar, de forma mais divertida, as grandes lições que temos fora das salas de aulas, mas dentro da faculdade. Uma das primeiras lições que podemos tirar disso e que vocês, calouros, tratem de aprender seria: “Aproveite as experiências que só a universidade pode lhe proporcionar. Conheça novos contatos, frequente diferentes espaços! Dê valor a vaga que ocupa, mas APROVEITE muito suas vidas, pois esse tempo não volta!”.
Nesse último dia da semana de trote, a Comissão levará vocês para visitar o Centro Acadêmico, ou simplesmente ‘C.A.’, local em que passarão boa parte do tempo. Essa é apenas a parte física que o constitui, há também uma espécie de instituição formada por alunos e que buscam tornar o curso o mais próximo possível da excelência. E por meio desse blog e de outros meios, manteremos todos os ‘Biomeds’ cientes das ações da instituição frente a esse ideal. Enfim, o conselho é SOCIALIZAR com sua nova família. Por isso trate bem cada um, e cuide do seu novo Lar, pois a partir de agora ela será a sua casa!
Em razão disso, cuide bem do seu Lar!
Como últimas palavras:
Seja bem-vindo, calouro!
Seja bem-vindo ao CACCF!
Seja bem-vindo à Biomedicina - UFRJ,
Esperamos vê-lo por aí...
domingo, 9 de junho de 2013
ROTINA DA BIOMED NA UFRJ Nº 002 - DOUGLAS BANDEIRA
09:46
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Olá, Biomed’s!
Temos como post de hoje, a segunda entrevista do projeto “Rotina da
Biomed na UFRJ”.
Como já sabem, esse projeto tem o intuito de mostrar de forma
mais direta sobre a rotina dos estudantes nos laboratórios e no intercâmbio,
aguçando a curiosidade dos calouros e veteranos com as várias linhas de
pesquisa e conhecimentos que os laboratórios da UFRJ e das universidades do
exterior proporcionam à nossa vida acadêmica.
O segundo entrevistado é Douglas Bandeira, Biomed do 7º período, que vai
compartilhar sua experiência do programa Ciências sem Fronteiras na
Universidade de Windsor. Um ponto interessante dessa entrevista é que as perguntas são dos próprios Biomed's, dando a oportunidade de tirar suas dúvidas em relação a essa oportunidade do programa de intercâmbio/graduação sanduíche do Governo Federal.
Segue abaixo a entrevista!
ROTINA: Para qual universidade você foi selecionado? Qual a
motivação por escolher essa universidade?
DOUGLAS: Eu fui selecionado pela
University of Windsor. O motivo pelo qual eu selecionei essa Universidade foi
por esta oferecer o curso de Ciências Forenses. Outros fatores também foram
importantes, como a localização da universidade, que fica na Fronteira dos
Estados Unidos- Canada, então eu posso transitar tranquilamente entre os dois
países.
ROTINA: Quando você começou o intercâmbio? Nesse período, o
que mais sente falta do Brasil?
DOUGLAS: Comecei meu intercambio em janeiro desse ano. Desde
então, o que mais sinto falta do Brasil,
além de familiares e amigos, de fato é a comida, do arroz e feijão
claro, mas esses você ainda consegue achar nos mercados. As coisas que eu não
imagina, por serem tão simples, são as que mais eu sinto falta, como pão de
queijo, pastel, coxinha... Essas coisas só o Brasil tem, e acredite em mim, faz
uma falta grande!
ROTINA: Para essa universidade, quais foram os requisitos
mínimos para ser selecionado?
DOUGLAS:
Para
a universidade que eu escolhi, University of Windsor, e acredito que para todas
as outras, o que é levado mais em consideração é o TOEFL principalmente, se
tens reprovação e o CR, acredito que nessa ordem. O CR, no meu caso, não foi
tão importante para a minha aceitação, agora o TOEFL acredito que tenha sido o
mais importante.
ROTINA: Como vem aproveitando o esquema mais
flexível de escolha de disciplinas? Se está conseguindo adquirir conhecimento
mais multidisciplinar do que a gente tem aqui?
DOUGLAS:
No meu ultimo semestre, eu
escolhi matérias que para mim foram bastante interessantes, e que eu não teria
a chance de fazer elas na UFRJ, como Neurobiologia comportamental e Biologia
Regenerativa e doenças. No meu caso, que estava no 7 período quando comecei o
intercambio, não tinha muitas matérias faltando para completar a grade. Então,
estou procurando fazer aqui as matérias que mais me agradam e que eu sei que
não terei a chance de fazê-las no Brasil.
ROTINA: Quais os pontos negativos do
programa? Se a bolsa oferecida pelo programa é suficiente para se viver, ou a
pessoa precisa gastar o próprio dinheiro, quais os pontos fracos do sistema de
ensino que ela está vivendo por lá, etc...
DOUGLAS:
Um dos pontos negativos, mas acredito
que é mais da faculdade no Brasil do que o programa em si, e que por algumas
grades serem diferentes, como no nosso curso biomedicina que temos uma grade
bem particular, é que você não pode aproveitar o programa contando que esse ano
vai ser relativo a um ano no Brasil. A verdade é que a grade das disciplinas
aqui são diferentes da grade da UFRJ, então muito provavelmente você terá que
cursar pelo menos um ano a mais para terminar a sua graduação. Fora isso, eu estou gostando muito do
Programa. O dinheiro que o CNPq oferece é suficiente para você sobreviver (acredito
que bem), podendo gastar com lazer e outras coisas como pequenas viagens, só
depende de como você administra o dinheiro que você recebe. Não vejo falhas no
sistema de ensino aqui, pelo contrário, acho que o Brasil deveria adotar um
ensino semelhante.
ROTINA: A carga horária semanal das
matérias da sua faculdade é diferente das da UFRJ? Se sim, você Poderia
comentar como essa diferença de carga de aula ajuda no processo de ensino? O
ensino é integral? Existe horário para estágio ou outras tarefas fora de sala
de aula?
DOUGLAS: A Carga horária das matérias aqui
é bem diferente. Geralmente, cada matéria tem 3 horas semanais divididas em
dois dias, algumas matérias têm aula de laboratório que duram 3 horas uma vez
por semana, e o máximo de matérias que você pode escolher são cinco. Apesar de temos menos horas de aula, quase
sempre há uma atividade para casa, o que chamaríamos de ED e Relatórios, o que
é bom, pois faz com que você esta sempre estudando, o que resulta em melhores
notas no final do período. Quanto a tempo livre para fazer outras atividades,
com certeza, no meu caso eu só tive matérias de manha, o que me deixava com as
tardes livres para fazer o que quisesse, sem contar o tempo que eu não perco no
trânsito aqui.
ROTINA: Sobre as aulas em outro idioma
são de fácil compreensão?
DOUGLAS:
Para
chegar aqui no intercambio e ir direto para aulas, você precisa ter um nível
mínimo recomendado estabelecido pela universidade, caso você não o tenha, seu
primeiro período aqui será estudando inglês. No meu caso, eu fui direto para as
aulas e não tive problemas quanto a compreender o que os professores estavam
passando.
ROTINA: Como é a infraestrutura e o oferecimento de material
para estudo (bibliotecas, sala de estudo, internet, etc)?
DOUGLAS: A infraestrutura sem dúvida é
muito boa. A biblioteca é gigante, com acesso a computadores para realização de
trabalhos, scanners, impressoras e copiadoras para o uso dos alunos, com salas
de estudos e locais para leitura em todos os andares e temos acesso a internet
em qualquer lugar do campus, desde as salas de aula, refeitórios e academia.
ROTINA: Como é a chegada, busca por
moradia e ambientação nos primeiros dias? Como é a acomodação? Demora muito para
se acostumar? Como os alunos brasileiros são tratados?
DOUGLAS: A chegada aqui foi meio um
choque. Primeiro, porque o clima é bem diferente. Sai do Rio de Janeiro em
pleno verão e cheguei aqui no Canada, - 10 graus célsius, tudo coberto de neve.
Então, você tem o choque cultural, mas isso são coisas que muito rápido se
acostuma. No meu caso, não tive problemas em procurar moradia, pois moro no
Campus da Universidade, numa casa de estudantes com: sala, cozinha, banheiros e
quartos individuais. Os brasileiros, aqui no Canada, são muito bem tratados. Inclusive,
na primeira semana aqui no Canada, tivemos uma palestra para os alunos de
intercambio onde a palestrante falou: “Procure ser amigo de um brasileiro, eles
sabem como se divertirem”. E claro quando você fala que é do Brasil, sempre te
perguntam ‘se você gosta de futebol e do Neymar’.
Para saber mais sobre o projeto,
clique no link ao lado:
Alias, quer participar
compartilhando sua experiência aqui no Projeto “Rotina da Biomed na UFRJ”?
Envie sua inscrição no email:
rotinadabiomednaufrj@gmail.com .
Se quiser, mande perguntas para
esse email que será enviada para os
próximos entrevistados, e a próxima entrevista será uma aluna do módulo “Laboratórios”.
Quem será?
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Cursos de idiomas específicos para o público que pretende fazer intercâmbio - CLAC
03:33
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Olá, Biomed's!
O CLAC - Cursos de Línguas Aberta à Comunidade - está divulgando um programa novo com o intuito de fomentar o processo de internacionalização da UFRJ, contribuindo com a formação dos alunos dessa instituição que pretendem fazer intercâmbio, a Faculdade de Letras oferece os Cursos de Línguas para Intercâmbio 2013.2.
Sendo ofertados nas modalidades espanhol, francês e inglês, tais cursos têm com metas principais auxiliar no preparatório para programas de bolsas como CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS e BOLSAS SANTANDER e no desenvolvimento da competência linguístico-comunicativa, a fim de adequá-la a situações acadêmicas de outros países, visando, inclusive, à contemplação do aspecto cultural.
Segue o panfleto de divulgação com mais detalhes.
Segue o panfleto de divulgação com mais detalhes.
INSCRIÇÕES: 17 A 21 de JUNHO de 2013.
domingo, 26 de maio de 2013
Vagas de estágio nº 001 - HFSE
11:11
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Olá, Biomed's!
O Hospital Federal dos Servidores do Estado – HFSE possui Convênio de Estágio Não Obrigatório com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, e eles estão divulgando algumas vagas de estágio. Para nosso curso há 3 (três) vagas disponíveis.
Atenção:
Período de inscrição : 03/06/2013 a 07/06/2013.
Atenção:
Período de inscrição : 03/06/2013 a 07/06/2013.
Quem tiver interesse, veja o regulamento do Processo Seletivo disponível no site: www.hse.rj.saude.gov.br.
Segue a baixo o folheto de divulgação com mais detalhes.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Rotina da Biomed na UFRJ nº 001 - Larissa Mattos
19:34
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Olá, Biomed’s!
Temos como post de hoje a primeira entrevista do projeto “Rotina da
Biomed na UFRJ”. Como já sabe, esse projeto tem o intuito de mostrar de forma
mais direta sobre a rotina dos estudantes nos laboratórios e no intercâmbio,
aguçando a curiosidade dos calouros e veteranos com as várias linhas de
pesquisa e conhecimentos que os laboratórios da UFRJ e das universidades do
exterior proporcionam à nossa vida acadêmica.
A primeira entrevistada é Larissa Mattos, Biomed do 3º período, que vai
compartilhar sua experiência no Laboratório de Neuroanatomia Comparada (NACO).
Fizemos algumas perguntas a ela, que podem auxiliar na escolha e como
levar ‘essa rotina’ da melhor forma possível para um bom aproveitamento para vocês
CALOUROS e VETERANOS.
Segue abaixo suas respostas:
* Qual é o nível
(biomolecular/celular/integrativa) seria seu estágio? Explique a linha de
pesquisa, resumidamente, que você vem atuando. (Para que os Biomed’s possam
conhecer melhor).
Meu estágio têm
como foco a área celular e a pesquisa na qual estou inserida envolve determinar o número de
células neuronais e não-neuronais nas várias regiões do encéfalo de um
elefante. Conhecendo esses números e comparando-os com os de outros animais,
inclusive humanos, já analisados pelo laboratório, será possível investigar
regras de construção filogenéticas e ontogenéticas do encéfalo.
* Quando
você começou a procurar estágio?
Comecei a procurar estágio no final do primeiro
período.
* No
início, você já sabia qual laboratório ou qual foco seria seu estágio?
Não. Tentei me guiar pesquisando um pouco sobre os
laboratórios pelos quais demonstrei interesse, após olhar as opções na listagem
do ICB.
* Quais
foram os motivos para escolher esse laboratório?
Escolhi o NACO, basicamente, por ter sido um dos poucos laboratórios
com os quais tive contato ainda no primeiro período. Conheci a linha de
pesquisa, que me chamou bastante a atenção, através das aulas de Origem da
Vida. Ao fim do primeiro semestre, selecionei alguns laboratórios na listagem
disponível no ICB e saí batendo de porta em porta. Nem sempre era possível
falar com os responsáveis e muitas vezes, também, não recebi boas explicações
sobre as pesquisas e a rotina de cada laboratório. Por fim, o NACO foi o que me
despertou mais interesse.
* Quais
foram suas impressões nos primeiros dias de estágio?
Minhas impressões foram ótimas. Todos no laboratório foram receptivos e
atenciosos. Tiveram paciência de explicar o projeto, as técnicas e de sanar
minhas dúvidas. Como as pessoas eram agradáveis, o ambiente também se tornava
agradável, de modo que era sempre bom poder estar lá, mesmo nas horas vagas.
Além disso, lá temos bastante liberdade, apesar das cobranças em relação ao
trabalho. Outra sensação que também experimentei foi a de maior
responsabilidade – agora eu era responsável por um projeto de verdade, que
provavelmente viraria um artigo, e tudo o que eu fizesse podia afetar o
resultado final. Dava um pouco de medo, mas também era muito gratificante
pensar no resultado final do seu esforço, com tudo dando certo.
* Teve
alguma dificuldade durante o estágio?
Dificuldades, propriamente dizendo, não. Apenas
dúvidas com as técnicas, com a pesquisa... Enfim. Coisa natural de quem está
começando, acredito. E todas eram gentilmente sanadas pelos colegas de trabalho
mais experientes.
* Quais
técnicas e informações você aprendeu?
Dentre as técnicas, microscopia óptica de
fluorescência, fracionamento isotrópico, contagem de células e imunologia.
Quanto às informações, diversos tipos de conhecimentos associados à
neurobiologia, fosse através da leitura de artigos ou dos seminários do
laboratório.
* Além
dos conhecimentos científicos e acadêmicos, teve outros tipos de conhecimentos
no seu progresso de aprendizagem?
Sim.
A experiência com o estágio me ensinou a ter mais responsabilidade, a ser mais
cuidadosa e atenciosa e a trabalhar melhor em equipe.
*
Ocorreram atividades-curriculares ou extras relacionados ao laboratório /
estágio como: seminários, cursos e outros? Qual foi a importância dessas
atividades para sua área acadêmica?
Sim. O NACO possui rotina de seminários, toda terça e sexta-feira, com
apresentação de artigos e dados, respectivamente. A importância dessas
atividades foi bastante relevante, pois fazendo parte dessa rotina, desde cedo,
criei familiaridade com a leitura e interpretação de artigos científicos e
também com a realização e apresentação de seminários. Esse tipo de prática me
tornou mais crítica e, sobretudo, teve grande impacto nos meu desempenho em
sala de aula, afinal, a apresentação de seminários é uma constante a partir do
segundo período da Biomedicina.
* Como é
sua rotina semanal / mensal no laboratório?
Minha semana possui
dois dias dedicados ao estágio – segundas e terças, pela manhã. Até algum
tempo, no NACO, trabalhávamos com metas. Cada um dos envolvidos no projeto do
elefante estabelecia metas no início do mês, as quais eram escritas num quadro
e deviam ser cumpridas. Embora fosse um ato simples, era uma ótima maneira de
nos organizarmos e até mesmo estimular o trabalho. Além disso, como já
ressaltado, contamos com dois seminários semanais, n as terças e sextas.
Para a demanda de
trabalho e tendo em vista o propósito do curso de Biomedicina, que é a formação
de cientistas, acredito que a carga horária dedicada ao estágio deveria ser
maior. E isso é, inclusive, motivo de descontentamento entre os orientadores. Devido
ao grande número de aulas e ao horário apertado, quase não me sobra tempo para
ir ao NACO fora dos horários realmente destinados a isso, infelizmente.
* Tem
alguma dica para a procura de estágio?
Minha dica para encontrar um estágio interessante é pesquisar.
Existe uma lista no ICB com todos os laboratórios cadastrados para estágio
rotatório, além do endereço e do nome dos responsáveis pelos mesmos. A lista é
imensa e muito, MUITO diversa. Cabe a cada um fazer o que eu fiz: lê-la por
inteiro e marcar os nomes que mais interessam a uma primeira vista. Depois,
pesquisar. Seja através da internet, seja conversando com pessoas da área, seja
batendo na porta de cada laboratório. A escolha do estágio deve ser feita de
forma consciente para não gerar arrependimentos.
Para saber mais sobre o projeto, clique no link ao lado: http://www.caccf1.blogspot.com.br/2013/04/rotina-da-biome-na-ufrj.html
Alias, quer participar compartilhando sua experiência aqui no Projeto “rotina da Biomed na UFRJ”? Envie sua inscrição no email: rotinadabiomednaufrj@gmail.com . Se quiser, mande perguntas para esse email que faremos para os próximos entrevistados, e aproveite que a próxima entrevista será um aluno de “intercâmbio”.
Quem será?
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Projeto 'Rotina da Biomed na UFRJ'
Olá, Biomed’s.
O 'Centro Acadêmico Carlos Chagas Filho' está com um projeto novo que tratará sobre a vivência dos nossos queridos biomed’s fora das salas de aulas.
Nosso intuito é mostrar de forma mais direta sobre a rotina dos estudantes nos laboratórios e no intercâmbio, aguçando a curiosidade dos calouros e veteranos com as várias linhas de pesquisa e conhecimentos que os laboratórios da UFRJ e das universidades do exterior proporcionam à nossa vida acadêmica.
Visto que há pouca visualização do trabalho feito nos quase 220 laboratórios vinculados a UFRJ, com esse projeto os biomed’s terão a oportunidade de conhecer e aprender com a experiência do entrevistado no laboratório ou no intercâmbio.
Muitos já passaram pela escolha do 1º laboratório para o estágio obrigatório, e ficaram em dúvida de qual escolher, pois não sabia qual foco da pesquisa e também para alguns os outros dois estágios obrigatórios também apresentam a mesma dificuldade.
O estágio obrigatório é o momento de experimentar outras ciências dentro da nossa área. Além disso, muitas vezes você quer compartilhar a sua aprendizagem e mostrar o que você ‘pesquisa’ para seus colegas falando de suas descobertas e sua experiência.
Então, com esse objetivo o CACCF apresenta a “Rotina da Biomed na UFRJ”.
Mais detalhes sobre o projeto, ou já querer participar sendo uma das primeiras celebridades da ‘Biomed’, escreva para rotinadabiomednaufrj@gmail.com.br. Não esqueça dos seguintes dados: (Nome, Período).
Esperamos a participação de todos os Biomed’s de dentro e de fora do país! :D
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Sejam Bem-Vindos, Calouros da 2013.1!
20:14
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Nós do Centro Acadêmico Carlos Chagas Filho temos o prazer de parabenizar por sua entrada na melhor do Brasil, a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Como também fazer parte da família mais animada do CCS, a nossa querida Biomedicina. Neste momento, você acaba de dar um grande passo: ingressar na universidade. Será apenas o início de uma nova história. Vocês colecionarão descobertas, desafios e ótimas lembranças durante sua estadia nessa graduação.
Nessa primeira semana, na qual vocês vivenciaram a inesquecível e uma das primeiras lembranças de um universitário que é a famosa semana do trote, vocês sentiram a alegria e o orgulho de ser da ‘Biomed’. Uma das primeiras lições que podemos tirar disso e que vocês, calouros, tratem de aprender seria: “Aproveite as experiências que só a universidade pode lhe proporcionar. Conheça novos contatos e frequente diferentes espaços”.
Nesse último dia da semana de
trote, vocês visitaram o Centro Acadêmico, ou simplesmente ‘C.A.’, local em que
passarão boa parte do tempo. Essa é apenas a parte física que o constitui, há
também uma espécie de instituição formada por alunos e que buscam tornar o
curso o mais próximo possível da excelência. E por meio desse blog e de outros
meios, manteremos todos os ‘Biomeds’ cientes das ações da instituição frente a
esse ideal. Logo mais, teremos a Recepção dos Calouros, na qual será mais uma
oportunidade de conhecer novas pessoas e assim seguir a lição dada acima.
Enfim, o conselho é SOCIALIZAR com sua nova família. Por isso trate bem cada
um, e cuide do seu novo Lar, pois a partir de agora ela será a sua casa!
Deixo a reprodução de uma mensagem
que sintetizam o quão especial é esse local, e que poderá encontrar no próprio ‘C.A.’ na parede da Molécula da Vida: "Se você está lendo esta mensagem, saiba que está pisando num terreno sagrado, símbolo da amizade, união e ciência. Aqui, inimigos se abraçaram, amigos se formaram e às vezes se tornaram grandes amores. É, as vezes... Aqui brotaram idéias na cabeça das mais fascinantes e diversas criaturas pensantes, olhos vigiaram vidas, casas foram substituídas por este lugar. Portanto, se você está Aqui, lendo essa mensagem, considere-se abençoado por tudo de bom e de ruim que aconteceu no Centro Acadêmico Carlos Chagas Filho; o nosso C.A.".
Em razão disso, cuide bem do seu
Lar!
Como últimas palavras:
Seja
bem-vindo, calouro!
Seja bem-vindo ao CACCF!
Seja bem-vindo à Biomedicina -
UFRJ,
Esperamos vê-lo por aí...
quinta-feira, 7 de março de 2013
ATUAÇÃO DO BIOMEDICO
17:03
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Segue abaixo as áreas que os biomédicos podem atuar:
Assumir a responsabilidade técnica e firmar os respectivos laudos;
Assumir e executar o processamento de sangue, suas sorologias e exames pré-transfussionais;
Assumir chefias técnicas, assessorias e direção destas atividades;
Realizar exames de Citogenética Humana e Genética Humana Molecular (DNA), realizando as culturas, preparações citológicas e análises;
Assumir a responsabilidade técnica, elaborando e firmando os respectivos laudos e transmitindo os resultados dos exames laboratoriais a outros profissionais, como consultor, ou diretamente aos pacientes, como aconselhador genético.
Atuar em Embriologia. Realizar a manipulação de gametas (oócitos e espermatozóides) e pré-embriões.
Realizar a leitura de citologia de raspados e aspirados de lesões e cavidades corpóreas, através da metodologia de Papanicolaou;
Atuar no setor de imunohistoquímica e imunocitoquímica, referente ao diagnóstico citológico;
Assumir responsabilidade técnica, firmando os respectivos laudos.
Realizar exames pré e pós transfusionais;
Assumir chefias técnicas, assessorias e direção de unidades;
Manusear equipamentos de auto-transfusão;
O profissional legalmente habilitado nesta área poderá exercer todas as atividades inerentes a este campo, com exceção do ato transfusional. A responsabilidade técnica deve ficar a cargo de um médico especialista em Hemoterapia e / ou Hematologia.
Aplicar o diagnóstico energético (complementar ao diagnóstico clínico nosológico);
Aplicar procedimentos técnicos para promoção do equilíbrio energético - orgânico;
Exercer atividades ligadas à docência e pesquisa.
Operação de equipamentos;
Desenvolvimento de protocolos de estudo e examinação;
Desenvolvimento de novas técnicas
Coordenação de grupos de colaboradores, administração e gestão de conteúdo e contingente dos setores.
Atuar em exame de ultra-sonografia. Por ser um exame praticamente médico dependente tem poucos Biomédicos atuando neste segmento quando comparado a TC e RM;
Atuar no campo da Informática Médica, exercendo atividades no produto final dos exames, seja o conteúdo de dados ou armazenamento das imagens adquiridas. Os sistemas HIS (Hospital Information System), RIS (Radiology Information System) e PACS (Picture Archiving in Communication System) estão sendo implantados nos centros de diagnósticos e necessitam de profissionais Biomédicos para atuar neste seguimento.
** No exercício das atribuições acima indicadas, poderá o Biomédico assumir a responsabilidade técnica, quer de Laboratórios, quer de indústrias, firmando os respectivos laudos ou pareceres.
** Para a realização dessas atividades o biomédico deverá ter o reconhecimento de habilitação na área específica.
** Para o exercício de quaisquer das atividades referidas, torna-se indispensável a prévia inscrição do Biomédico neste Conselho.
FONTE: http://www.crbm1.gov.br
- Análises Clínicas
Assumir a responsabilidade técnica e firmar os respectivos laudos;
Assumir e executar o processamento de sangue, suas sorologias e exames pré-transfussionais;
Assumir chefias técnicas, assessorias e direção destas atividades;
- Análises Ambientais
- Indústrias
- Análises Bromatológicas
- Biologia Molecular
- Genética
Realizar exames de Citogenética Humana e Genética Humana Molecular (DNA), realizando as culturas, preparações citológicas e análises;
Assumir a responsabilidade técnica, elaborando e firmando os respectivos laudos e transmitindo os resultados dos exames laboratoriais a outros profissionais, como consultor, ou diretamente aos pacientes, como aconselhador genético.
- Reprodução Humana
Atuar em Embriologia. Realizar a manipulação de gametas (oócitos e espermatozóides) e pré-embriões.
- Citologia Oncótica
Realizar a leitura de citologia de raspados e aspirados de lesões e cavidades corpóreas, através da metodologia de Papanicolaou;
Atuar no setor de imunohistoquímica e imunocitoquímica, referente ao diagnóstico citológico;
Assumir responsabilidade técnica, firmando os respectivos laudos.
- Banco de Sangue
Realizar exames pré e pós transfusionais;
Assumir chefias técnicas, assessorias e direção de unidades;
Manusear equipamentos de auto-transfusão;
O profissional legalmente habilitado nesta área poderá exercer todas as atividades inerentes a este campo, com exceção do ato transfusional. A responsabilidade técnica deve ficar a cargo de um médico especialista em Hemoterapia e / ou Hematologia.
- Acupuntura
Aplicar o diagnóstico energético (complementar ao diagnóstico clínico nosológico);
Aplicar procedimentos técnicos para promoção do equilíbrio energético - orgânico;
Exercer atividades ligadas à docência e pesquisa.
- Imagenologia
Operação de equipamentos;
Desenvolvimento de protocolos de estudo e examinação;
Desenvolvimento de novas técnicas
Coordenação de grupos de colaboradores, administração e gestão de conteúdo e contingente dos setores.
Atuar em exame de ultra-sonografia. Por ser um exame praticamente médico dependente tem poucos Biomédicos atuando neste segmento quando comparado a TC e RM;
Atuar no campo da Informática Médica, exercendo atividades no produto final dos exames, seja o conteúdo de dados ou armazenamento das imagens adquiridas. Os sistemas HIS (Hospital Information System), RIS (Radiology Information System) e PACS (Picture Archiving in Communication System) estão sendo implantados nos centros de diagnósticos e necessitam de profissionais Biomédicos para atuar neste seguimento.
- Coleta de materiais
** No exercício das atribuições acima indicadas, poderá o Biomédico assumir a responsabilidade técnica, quer de Laboratórios, quer de indústrias, firmando os respectivos laudos ou pareceres.
** Para a realização dessas atividades o biomédico deverá ter o reconhecimento de habilitação na área específica.
** Para o exercício de quaisquer das atividades referidas, torna-se indispensável a prévia inscrição do Biomédico neste Conselho.
FONTE: http://www.crbm1.gov.br
sábado, 2 de março de 2013
Sobre o curso
14:35
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O Curso de Ciências Biológicas - Modalidade Médica do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ foi criado em 1994. Este curso conta com a participação dos cientistas do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho e do Instituto de Bioquímica Médica. Estes três institutos juntos reúnem mais de 200 laboratórios, que abrangem especialidades tais como: Biologia Celular, Biologia Molecular, Biologia do Desenvolvimento, Biologia da Forma, Farmacologia Celular e Molecular, Desenvolvimento de Fármacos, Neurociências, Fisiologia, Bioquímica, Imunologia, Patologia, Parasitologia, Biotecnologia animal e vegetal, entre outras. Este variado leque de opções permite uma formação sólida e única na área biomédica.
O curso de Biomedicina (como é conhecido entre professores e alunos) está estruturado para fornecer, ao longo de seus oito períodos, uma sólida formação básica nas ciências biomédicas aliada ao aprendizado prático do método científico. O currículo contém disciplinas obrigatórias e complementares, enfatizando a pesquisa e a aquisição de conhecimentos através da execução de tarefas e experimentos. Esta abordagem desenvolve no estudante o senso crítico e a capacidade para refletir sobre a complexidade e a variabilidade dos fenômenos biológicos.
No curso de Biomedicina, os alunos estabelecem uma relação íntima com as atividades de pesquisa tendo, desde o primeiro momento, práticas nos laboratórios do Centro de Ciências da Saúde (CCS). O contato com os laboratórios se intensifica a partir do 2º período, onde o aluno passa a ter como disciplina obrigatória um estágio supervisionado em laboratório. Até o 4º período o aluno deve ter realizado um estágio nas áreas molecular, celular e integrativa da biologia, de forma a adquirir diversos conhecimentos e diferentes pontos de vista referentes à prática científica.
Com a alteração curricular do curso de Ciências Biológicas - Modalidade Médica, aprovada pelo CEG em 23/05/2012, prevê a criação de um ciclo comum até o 5°período e a opção por uma das três habilitações: Análises Clínicas, Biociência Legal e Ciência e Tecnologia. Devido ao aumento da área de atuação que a profissão biomédica vem apresentando nos últimos anos e o interesse de parte dos alunos seguirem essas no.
Atualmente, os alunos e ex-alunos do Curso de Ciências Biológicas - Modalidade Médica da UFRJ já têm trabalhos publicados em periódicos de Circulação internacional, além de apresentarem uma presença expressiva em vários eventos científicos, tendo sido autores de várias apresentações em congressos nacionais e internacionais.
Fonte: ICB
Fonte: ICB
Sobre o CACCF
05:21
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O Centro Acadêmico Carlos Chagas Filho (CACCF), fundado em janeiro de 1999 é o órgão oficial de representação do corpo discente do Curso de Ciências Biológicas Modalidade Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O CACCF tem sua sede localizada no Bloco L do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O CACCF é composto por doze membros:
- dois Diretores Executivos e um suplente, que cuidam dos assuntos políticos e burocráticos;
- dois Diretores para Assuntos Acadêmicos e um suplente, que participam das reuniões da Congregação e do COAA representando os alunos do curso;
- dois Diretores Financeiros e um suplente, que cuidam do lado monetário do Centro Acadêmico;
- dois Diretores Sócio-Cultural e um suplente, que cuidam dos assuntos relacionados a eventos no curso.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Informe: Assembleia Geral do CCS
17:37
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CACCF informa: Assembleia Geral do CCS
Data: 28/02 - 12h - Escadaria do CCS
Pauta: Discussão sobre as novas medidas de segurança da UFRJ
Manteremos em contato qualquer alteração.
Para fim de esclarecimento aos interessados:
""O reitor Carlos Levi anunciou que está negociando com a Polícia Militar a instalação de uma base permanente na Cidade Universitária.
"Temos, concretamente, o compromisso da PM de ampliar o contigente de policias aqui localizados. Estamos contando com esse aperfeiçoamento da segurança, em curto prazo", disse Levi, segundo informe da Coordenação de Comunicação da UFRJ. A PM pretende reforçar a segurança no campus e arredores com mais 16 policias e quatro carros.
A Reitoria informou, ainda, que entrou em contato com o Ministério da Educação e solicitou a contratação de 100 vigilantes. Outras medidas: Segundo a Coordenação de Comunicação da UFRJ, o acesso pelos fundos do CCS, na entrada do campus, será cercado. Novos rádios de comunicação aprimorariam o contato entre a Diseg e a PM.
A Prefeitura Universitária anunciou, também, a instalação, em pontos estratégicos, de 99 câmeras (recebidas no dia 15 de janeiro) até o fim do semestre e, depois seriam instaladas guaritas com policiais militares nas saídas norte (de acesso À Avenida Brasil) e sul (próximo à Ponte do Saber).
Segundo o prefeito Ivan Carmo, a UFRJ tem contratos para agentes de portaria e de segurança patrimoniais, mas está providenciando outros para garantir a segurança de áreas como os estacionamentos do campus. [...]"" - Informações retiradas do Jornal do Sintufrj.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
EMPRESA JÚNIOR 'ANTONIO PAES DE CARVALHO'
A Empresa Junior Antonio Paes de Carvalho (EJ - APC) foi criada em 2010 por iniciativa da coordenação do curso de Ciências Biológicas - Modalidade Médica da UFRJ e de um grupo de alunos e ex-alunos do curso. Seus membros fundadores são: Debora Monteiro Moretti, João Paulo Costa Pinho, Samir Pereira da Costa Campos e Flávia Leticia Peçanha.
Sua diretoria é composta somente por alunos que ocupam os seguintes cargos (diretoria 2013-2014):
- Diretor Presidente: Gabriel Matos
- Diretor Vice-Presidente: Carolina Baeta
- Diretor Administrativo - Financeiro: Bárbara Rezende
- Diretor de Marketing: Taissa Neustadt
- Diretor Comercial: Gabriel Melo
- Diretor de Recursos Humanos: Felipe Teixeira
Os principais objetivos da APC são:
(1) abrir um novo horizonte aos alunos, inserindo-os em uma empresa que pertence e é gerenciada por eles;
(2) estimular o empreendedor que existe dentro de cada um deles; e
(2) estimular o empreendedor que existe dentro de cada um deles; e
(3) produzir e disponibilizar no mercado insumos essenciais para a pesquisa básica.
A APC é vinculada ao Instituto de Ciências Biomédicas, mas mantém suas portas abertas para alunos de outros cursos da UFRJ que desejem participar.
Visite: www.apcbiotecnologia.com.br
Perfil Facebook: Clique aqui.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Eventos Acadêmicos
Divulgando eventos relacionado a área de pesquisa, análises clínicas e forense, com conteúdo de relevância ao nosso público.
Sempre contribuindo com a formação dos estudantes de Biomedicina da melhor do Brasil, UFRJ.
- (LOGO ATUALIZAREMOS O POST COM NOVOS EVENTOS)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
O que é um Centro Acadêmico?
Um Centro Acadêmico (C.A.) é uma entidade que representa todos os estudantes de um curso. E para representar, ele deve manter com seus estudantes um canal direto e permanente de contato, realizando as discussões, debates, palestras e reuniões de forma democrática e aberta a todos que quiserem participar. O C.A. também deve buscar formas de incentivar a participação daqueles que não participam, trazendo-os para as suas atividades e construção.
O C.A. é organizado e mantido pelos alunos de um curso em cada faculdade e funciona como elo de ligação entre os estudantes, a Coordenação e Direção da Instituição. Um dos seus propósitos é unir estudantes para atividades que podem ser realizadas durante o tempo de gestão de cada chapa que for eleita, para desempenhar o que foi proposto.
Dentre as funções básicas do C.A. está principalmente garantir o contato dos estudantes do curso com os órgãos de representação geral (DCEs, Executivas de curso e etc.). Discutir soluções para os problemas do curso (como falta de professores, mudanças curriculares, disciplinas mal estruturadas), garantir que haja representação dos estudantes nos órgãos colegiados e departamentos, fazer a recepção de calouros, organizar confraternizações e fiscalizar a faculdade também são importantes funções de um Centro Acadêmico.
Um C.A. organizado, com respaldo político junto aos estudantes, professores e técnicos-administrativos é uma importante arma no combate às iniciativas que visam prejudicar os estudantes e que desrespeitam a democracia do curso. Em suma, um CA crítico e participativo contribui para a melhoria da qualidade nos debates em sala de aula e, conseqüentemente, do curso o qual ele representa na faculdade.
Estante do CACCF
AVISO: Esses materiais pertencem ao CA e não podem sair de lá. Já que esse material, de algum modo, foi de uma grande ajuda para vários colegas em um certo período de nosso curso, por isso ao usá-lo tenha cuidado para que assim outros estudantes, como você, também tenha esse direito.
Segue a abaixo, a lista de nosso acervo:
- (LISTA SENDO ELABORADA NO MOMENTO. LOGO, TEREMOS A LISTA ATUALIZADA. Obrigada pela compreensão)
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Instituto de Ciências Biomédicas - UFRJ
A ORIGEM NOS ANOS DE CHUMBO
Visite o site da ICB, clique aqui .
O Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro foi fundado em 1969, em pleno governo militar e sob a égide do Ato Institucional no. 5, o instrumento legal coercitivo que sustentava a ditadura. Naquela época, a palavra de ordem era homogeneizar para melhor controlar. Seguindo essa orientação, a reforma universitária de 1968 já havia indicado que o ciclo básico das profissões da Saúde fosse separado do ciclo profissional, e unificado em institutos de ciências biomédicas ou similares. Praticamente todas as universidades federais, então, criaram os seus ICBs, reunindo os professores de anatomia, histologia, fisiologia, farmacologia etc, sob a mesma unidade acadêmica.
O nosso ICB não foi exceção. O primeiro diretor, homem liberal de espírito generoso, foi Lauro Sollero, então professor catedrático (depois professor titular) de Farmacologia. Sollero implantou o ICB ainda na Praia Vermelha, onde funcionou até 1972, ano da mudança para o campus do Fundão. A criação do ICB teve um lado positivo, pois permitiu maior proximidade com o Instituto de Biofísica, fundado muito antes (1945) por Carlos Chagas Filho, o que garantiu uma gradativa, porém sustentada, introdução da pesquisa científica nos departamentos. O lado negativo foi a separação, que se acentuou, entre a pesquisa básica, a pesquisa clínica, e a prática das profissões de Saúde.
A ESTRUTURA DEPARTAMENTAL
A reforma universitária de 1968 havia também abolido a cátedra vitalícia, antiga reivindicação dos professores mais progressistas e do movimento estudantil. As cátedras foram substituídas pelos departamentos, dotados de colegiados próprios mais democráticos. E os catedráticos – liderança única em cada cátedra - foram substituídos pelos professores titulares. Caiu o domínio senhorial dos catedráticos, e tornou-se possível que os departamentos tivessem mais de um professor titular.
O ICB, nessa nova realidade, reuniu os departamentos de anatomia, histologia e embriologia, biofísica e fisiologia, bioquímica, parasitologia e farmacologia. O departamento de biofísica e fisiologia ficou sob o encargo do Instituto de Biofísica, cujos professores eram representados na congregação do ICB. Nos anos 1980 o departamento de parasitologia foi também incorporado ao Instituto de Biofísica. E recentemente, em 2004, o departamento de bioquímica separou-se do ICB e se transformou no novo Instituto de Bioquímica Médica.
Esse processo de segmentação não foi negativo, pois evitou um provável gigantismo do ICB que talvez o tornasse uma unidade de difícil administração, desenvolvimento que ocorreu em outros ICBs no país. Além disso, corria em paralelo uma forte tendência das ciências biológicas e biomédicas em direção à multi e à transdisciplinaridade. Novas disciplinas científicas apareceram, e a interação horizontal se tornou imperativa na fronteira do conhecimento, obscurecendo os limites dos departamentos. Estava maduro o cenário para a superação da estrutura departamental.
EM BUSCA DE UMA NOVA ESTRUTURA
Em 2005, o então diretor Prof. Adalberto Vieyra fomentou uma intensa discussão interna no ICB, com vistas a reformar a estrutura departamental, que havia se tornado envelhecida e incapaz de lidar com a dinâmica da ciência contemporânea. Com grande participação dos professores, alunos e servidores, esse rico processo de debate resultou em uma nova proposta de Regimento, aprovado em plebiscito, homologado pela Congregação e, em dezembro de 2007, terminativamente aprovado pelo Conselho Universitário.
O novo Regimento trouxe mudanças fundamentais: em lugar dos departamentos, foram criados5 Programas de Pesquisa, 2 de Pós-Graduação (já existentes anteriormente), 4 de Graduaçãoe de 1 de Extensão. Os programas são avaliados quinquenalmente por comissões externasad-hoc, e sua continuidade ou interrupção é decidida pela Congregação. Os professores podem fazer parte de um ou mais programas, bem como postular à Congregação a qualquer tempo a sua transferência de programa. Os professores, além disso, podem solicitar duplo vínculo intrauniversitário, e passar a atuar no ICB e também em outra unidade da UFRJ. O objetivo é fomentar a integração básico-clínica, mencionada adiante. Os programas se reúnem em Câmaras, e a Congregação ficou mais enxuta, assumindo o papel de grande colegiado decisório do ICB.
A expectativa de todos é que a nova estrutura facilite a integração interna entre professores, alunos e servidores, fomentando novas linhas de pesquisa, opções inovadoras no ensino básico para a área da Saúde, crescimento dos cursos de pós-graduação e uma forte atividade de extensão, voltada especialmente para a formação de professores do ensino básico.
EM BUSCA DE UMA NOVA MISSÃO
Com a nova estrutura, o ICB voltou-se para analisar a sua missão. A quê se destinaria um instituto de ciências biomédicas? A discussão levou a propor como missão do instituto, e sua meta para as próximas décadas, investir na integração básico-clínica e na pesquisa translacional. Avaliando que essa é uma tendência internacional, o ICB se propõe a estimular a atuação de seus professores e alunos num amplo espectro de linhas de pesquisa, que vai desde os aspectos mais fundamentais, básicos e descompromissados da Biologia, até a pesquisa clínica orientada para as doenças prevalentes do século XXI, e alternativas terapêuticas para saná-las ou preveni-las.
Fonte: http://www.icb.ufrj.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=10
Fonte: http://www.icb.ufrj.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=10
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Blog em Construção!!!
18:03
No comments
Ajustando todos os detalhes para oferecer um site completo como auxílio e meio de comunicação com todos os estudantes de Biomedicina na Melhor do Brasil, UFRJ.
Pedimos uma maior compreensão neste momento.
CACCF agradece.
Pedimos uma maior compreensão neste momento.
CACCF agradece.
MINICURSO DE GENÉTICA FORENSE EM BOTUCATU - SP
DATA
02 de março de 2013
Das 8h às 18h
LOCAL
Dom Luccio – Espaço do Conhecimento
Avenida Dom Lucio, 647, Centro, Botucatu - SP
PALESTRANTE
Dr. Gustavo Henrique Vieira - Biomédico, mestre e doutor em Ciências Biológicas - área de concentração em Genética pelo Instituto de Biociências de Botucatu da UNESP. Atualmente realiza Pós-doutorado, desenvolvendo pesquisa na área de Medicina Genômica, Biologia Molecular e Bioinformatica além de realizar estudos em colaboracão com Greenwood Genetic Center, Greenwood/SC - EUA. Tem experiência na área de Genética, com ênfase em Genética Humana, atuando principalmente na análise molecular de síndromes genéticas e experiência em laboratório internacional (NIH).
CONTEÚDO
Serão tratados durante o curso, as principais formas de extração de DNA de material Biológico, as principais técnicas para a identificação humana, de animais e de microorganismos. O curso será expositivo com relato de casos.
CARGA HORÁRIA
10 horas certificadas
INVESTIMENTO
R$ 150,00 com almoço incluso.
Contato
(11) 2589-0062 / (11) 98254-0062
Botucatu: (14) 3354-2737
E-mail: asgardsaopaulo@gmail.com
Inscrições: http://www.asgardcursos.com/2013/01/minicurso-de-genetica-forense-em.html
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
NOTA: Assembleia realizada em 16.01.2012
Boa noite Biomeds!
A assembleia de hoje aconteceu com um público muito pequeno. O que demonstra - mais uma vez - a falta de interesse dos alunos em ficar por dentro do seu próprio curso.
A assembleia consistiu em alguns assuntos gerais:
1 - Apresentação dos membros do C.A.
Executivo
Diretor: Lucas Brouck 10.1 (Kurt)
Vice-diretor: Henrique Nahal 10.2
Suplente: Flávia Pinheiro 12.2
Acadêmico
Diretor: Caroline Mendes 10.1 (Carolzinha)
Vice-diretor: Lays Souza 09.2
Suplente: Felippe Fonseca 12.1
Sócio-Cultural
Diretor: Yohan Kevorkian 10.1
Vice-diretor: Emílio Telles 10.2
Suplente: José Eduardo 12.1 (Zé)
Financeiro
Diretor: Yolanda Alcantara 10.1
Vice-Diretora: Aline Sperandio 09.2
Suplente: Natanny Tancredo 10.1 (Gato Morto)
2 - Convocação de alunos para compor o corpo discente da Comissão de Orientação e Acompanhamento Acadêmica (COAA)
3 - Convocação de alunos para compor o corpo discente da Congregação do ICB
(http://www.icb.ufrj.br/Institucional/Congregacao-37)
4 - Novos meios de comunicação entre o CACCF e os alunos de Biomedicina
Esse blog (:
Perfil do Facebook
E-mail (caccf2013@gmail.com)
5 - As bebidas que estão no armário estão a venda. Isso significa que as trocamos por dinheiro, e não estamos dando a vocês. As bebidas foram compradas com o dinheiro do centro acadêmico e portanto não devem ser retiradas dele sem uma reposição equivalente ao gasto. Os interessados devem falar com algum membro do CACCF.
6 - Aos calouros que não sabem: O CA possui um acervo de livros e de materias de veteranos exemplares. Vamos disponibilizar a lista pra vocês para que o acesso seja mais fácil e confortável.
Críticas, dúvidas, sugestões são bem-vindas!





















