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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Sejam Bem-Vindos, Calouros 2013.2!

Nós do Centro Acadêmico Carlos Chagas Filho temos o prazer de parabenizar por sua entrada na melhor do Brasil, a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Como também fazer parte da família mais animada do CCS, a nossa querida Biomedicina. Neste momento, você acaba de dar um grande passo: ingressar na universidade. Será apenas o início de uma nova história. Vocês colecionarão descobertas, desafios e ótimas lembranças durante sua estadia nessa graduação.

Nessa primeira semana, vocês vivenciaram a inesquecível e uma das primeiras lembranças de um universitário que é a famosa "Semana do Trote". Seria como uma recepção aos calouros, que ensina "na prática" boas lições para se adaptar a essa nova fase de sua vida. Acabou ensino médio, agora é hora de correr atrás do seu futuro! A essência da Semana de Trote vai além de gritos e elefantinhos, ou de 'Acorda Alexandre', a semana é realizada para prepara-los para os obstáculos que sempre aparecem na vida de um universitário, conseguir balancear o peso das responsabilidades da faculdade com as dificuldades do dia-a-dia. Responsabilidade que a cada período vem cobrando mais e mais. Durante a faculdade, vocês passarão por estresse e ficarão em encruzilhadas causadas por dúvidas, mas saibam que todo esse tempo vocês passarão por mudanças. É a famosa fase do amadurecimento. Saibam pensar sob pressão e mantenha o foco, principalmente quando há provas e listas de Cálculo ou dos milhares de artigos de Origem da Vida, rs. Todas as atividades que vocês tiveram nessa semana é para exemplificar, de forma mais divertida, as grandes lições que temos fora das salas de aulas, mas dentro da faculdade. Uma das primeiras lições que podemos tirar disso e que vocês, calouros, tratem de aprender seria: “Aproveite as experiências que só a universidade pode lhe proporcionar. Conheça novos contatos, frequente diferentes espaços! Dê valor a vaga que ocupa, mas APROVEITE muito suas vidas, pois esse tempo não volta!”.

Nesse último dia da semana de trote, a Comissão levará vocês para visitar o Centro Acadêmico, ou simplesmente ‘C.A.’, local em que passarão boa parte do tempo. Essa é apenas a parte física que o constitui, há também uma espécie de instituição formada por alunos e que buscam tornar o curso o mais próximo possível da excelência. E por meio desse blog e de outros meios, manteremos todos os ‘Biomeds’ cientes das ações da instituição frente a esse ideal. Enfim, o conselho é SOCIALIZAR com sua nova família. Por isso trate bem cada um, e cuide do seu novo Lar, pois a partir de agora ela será a sua casa!

Em razão disso, cuide bem do seu Lar!

Como últimas palavras:

Seja bem-vindo, calouro!
Seja bem-vindo ao CACCF!
Seja bem-vindo à Biomedicina - UFRJ,
Esperamos vê-lo por aí...

domingo, 9 de junho de 2013

ROTINA DA BIOMED NA UFRJ Nº 002 - DOUGLAS BANDEIRA

Olá, Biomed’s!

Temos como post de hoje, a segunda entrevista do projeto “Rotina da Biomed na UFRJ”.

Como já sabem, esse projeto tem o intuito de mostrar de forma mais direta sobre a rotina dos estudantes nos laboratórios e no intercâmbio, aguçando a curiosidade dos calouros e veteranos com as várias linhas de pesquisa e conhecimentos que os laboratórios da UFRJ e das universidades do exterior proporcionam à nossa vida acadêmica.

O segundo entrevistado é Douglas Bandeira, Biomed do 7º período, que vai compartilhar sua experiência do programa Ciências sem Fronteiras na Universidade de Windsor. Um ponto interessante dessa entrevista é que as perguntas são dos próprios Biomed's, dando a oportunidade de tirar suas dúvidas em relação a essa oportunidade do programa de intercâmbio/graduação sanduíche do Governo Federal.


Segue abaixo a entrevista!

ROTINA: Para qual universidade você foi selecionado? Qual a motivação por escolher essa universidade?
DOUGLAS: Eu fui selecionado pela University of Windsor. O motivo pelo qual eu selecionei essa Universidade foi por esta oferecer o curso de Ciências Forenses. Outros fatores também foram importantes, como a localização da universidade, que fica na Fronteira dos Estados Unidos- Canada, então eu posso transitar tranquilamente entre os dois países.

ROTINA: Quando você começou o intercâmbio? Nesse período, o que mais sente falta do Brasil?
DOUGLAS: Comecei meu intercambio em janeiro desse ano. Desde então, o que mais sinto falta do Brasil,  além de familiares e amigos, de fato é a comida, do arroz e feijão claro, mas esses você ainda consegue achar nos mercados. As coisas que eu não imagina, por serem tão simples, são as que mais eu sinto falta, como pão de queijo, pastel, coxinha... Essas coisas só o Brasil tem, e acredite em mim, faz uma falta grande!

ROTINA: Para essa universidade, quais foram os requisitos mínimos para ser selecionado?
DOUGLAS: Para a universidade que eu escolhi, University of Windsor, e acredito que para todas as outras, o que é levado mais em consideração é o TOEFL principalmente, se tens reprovação e o CR, acredito que nessa ordem. O CR, no meu caso, não foi tão importante para a minha aceitação, agora o TOEFL acredito que tenha sido o mais importante.

ROTINA: Como vem aproveitando o esquema mais flexível de escolha de disciplinas? Se está conseguindo adquirir conhecimento mais multidisciplinar do que a gente tem aqui?
DOUGLAS: No meu ultimo semestre, eu escolhi matérias que para mim foram bastante interessantes, e que eu não teria a chance de fazer elas na UFRJ, como Neurobiologia comportamental e Biologia Regenerativa e doenças. No meu caso, que estava no 7 período quando comecei o intercambio, não tinha muitas matérias faltando para completar a grade. Então, estou procurando fazer aqui as matérias que mais me agradam e que eu sei que não terei a chance de fazê-las no Brasil.

ROTINA: Quais os pontos negativos do programa? Se a bolsa oferecida pelo programa é suficiente para se viver, ou a pessoa precisa gastar o próprio dinheiro, quais os pontos fracos do sistema de ensino que ela está vivendo por lá, etc...
DOUGLAS: Um dos pontos negativos, mas acredito que é mais da faculdade no Brasil do que o programa em si, e que por algumas grades serem diferentes, como no nosso curso biomedicina que temos uma grade bem particular, é que você não pode aproveitar o programa contando que esse ano vai ser relativo a um ano no Brasil. A verdade é que a grade das disciplinas aqui são diferentes da grade da UFRJ, então muito provavelmente você terá que cursar pelo menos um ano a mais para terminar a sua graduação.  Fora isso, eu estou gostando muito do Programa. O dinheiro que o CNPq oferece é suficiente para você sobreviver (acredito que bem), podendo gastar com lazer e outras coisas como pequenas viagens, só depende de como você administra o dinheiro que você recebe. Não vejo falhas no sistema de ensino aqui, pelo contrário, acho que o Brasil deveria adotar um ensino semelhante.

ROTINA: A carga horária semanal das matérias da sua faculdade é diferente das da UFRJ? Se sim, você Poderia comentar como essa diferença de carga de aula ajuda no processo de ensino? O ensino é integral? Existe horário para estágio ou outras tarefas fora de sala de aula?
DOUGLAS: A Carga horária das matérias aqui é bem diferente. Geralmente, cada matéria tem 3 horas semanais divididas em dois dias, algumas matérias têm aula de laboratório que duram 3 horas uma vez por semana, e o máximo de matérias que você pode escolher são cinco.  Apesar de temos menos horas de aula, quase sempre há uma atividade para casa, o que chamaríamos de ED e Relatórios, o que é bom, pois faz com que você esta sempre estudando, o que resulta em melhores notas no final do período. Quanto a tempo livre para fazer outras atividades, com certeza, no meu caso eu só tive matérias de manha, o que me deixava com as tardes livres para fazer o que quisesse, sem contar o tempo que eu não perco no trânsito aqui.

ROTINA: Sobre as aulas em outro idioma são de fácil compreensão?
DOUGLAS: Para chegar aqui no intercambio e ir direto para aulas, você precisa ter um nível mínimo recomendado estabelecido pela universidade, caso você não o tenha, seu primeiro período aqui será estudando inglês. No meu caso, eu fui direto para as aulas e não tive problemas quanto a compreender o que os professores estavam passando.

ROTINA: Como é a infraestrutura e o oferecimento de material para estudo (bibliotecas, sala de estudo, internet, etc)?
DOUGLAS: A infraestrutura sem dúvida é muito boa. A biblioteca é gigante, com acesso a computadores para realização de trabalhos, scanners, impressoras e copiadoras para o uso dos alunos, com salas de estudos e locais para leitura em todos os andares e temos acesso a internet em qualquer lugar do campus, desde as salas de aula, refeitórios e academia.
  
ROTINA: Como é a chegada, busca por moradia e ambientação nos primeiros dias? Como é a acomodação? Demora muito para se acostumar? Como os alunos brasileiros são tratados?
DOUGLAS: A chegada aqui foi meio um choque. Primeiro, porque o clima é bem diferente. Sai do Rio de Janeiro em pleno verão e cheguei aqui no Canada, - 10 graus célsius, tudo coberto de neve. Então, você tem o choque cultural, mas isso são coisas que muito rápido se acostuma. No meu caso, não tive problemas em procurar moradia, pois moro no Campus da Universidade, numa casa de estudantes com: sala, cozinha, banheiros e quartos individuais. Os brasileiros, aqui no Canada, são muito bem tratados. Inclusive, na primeira semana aqui no Canada, tivemos uma palestra para os alunos de intercambio onde a palestrante falou: “Procure ser amigo de um brasileiro, eles sabem como se divertirem”. E claro quando você fala que é do Brasil, sempre te perguntam ‘se você gosta de futebol e do Neymar’.

Para saber mais sobre o projeto, clique no link ao lado:

Alias, quer participar compartilhando sua experiência aqui no Projeto “Rotina da Biomed na UFRJ”?
Envie sua inscrição no email: rotinadabiomednaufrj@gmail.com .
Se quiser, mande perguntas para esse email que  será enviada para os próximos entrevistados, e a próxima entrevista será uma aluna do módulo “Laboratórios”.


Quem será?

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Cursos de idiomas específicos para o público que pretende fazer intercâmbio - CLAC

Olá, Biomed's! 

O CLAC - Cursos de Línguas Aberta à Comunidade - está divulgando um programa novo com o  intuito de fomentar o processo de internacionalização da UFRJ, contribuindo com a formação dos alunos dessa instituição que pretendem fazer intercâmbio, a Faculdade de Letras oferece os Cursos de Línguas para Intercâmbio 2013.2.



Sendo ofertados nas modalidades espanhol, francês e inglês, tais cursos têm com metas principais auxiliar no preparatório para programas de bolsas como CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS e BOLSAS SANTANDER e no desenvolvimento da competência linguístico-comunicativa, a fim de adequá-la a situações acadêmicas de outros países, visando, inclusive, à contemplação do aspecto cultural. 

Segue o panfleto de divulgação com mais detalhes.

INSCRIÇÕES: 17 A 21 de JUNHO de 2013.




domingo, 26 de maio de 2013

Vagas de estágio nº 001 - HFSE

Olá, Biomed's!

O Hospital Federal dos Servidores do Estado – HFSE  possui Convênio de Estágio Não Obrigatório com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, e eles estão divulgando algumas vagas de estágio. Para nosso curso há 3 (três) vagas disponíveis. 

Atenção: 
Período de inscrição : 03/06/2013 a 07/06/2013.

Quem tiver interesse, veja o regulamento do Processo Seletivo  disponível  no site: www.hse.rj.saude.gov.br.

Segue a baixo o folheto de divulgação com mais detalhes.
 



quinta-feira, 23 de maio de 2013

Rotina da Biomed na UFRJ nº 001 - Larissa Mattos


Olá, Biomed’s!

Temos como post de hoje a primeira entrevista do projeto “Rotina da Biomed na UFRJ”. Como já sabe, esse projeto tem o intuito de mostrar de forma mais direta sobre a rotina dos estudantes nos laboratórios e no intercâmbio, aguçando a curiosidade dos calouros e veteranos com as várias linhas de pesquisa e conhecimentos que os laboratórios da UFRJ e das universidades do exterior proporcionam à nossa vida acadêmica.


A primeira entrevistada é Larissa Mattos, Biomed do 3º período, que vai compartilhar sua experiência no Laboratório de Neuroanatomia Comparada (NACO).

Fizemos algumas perguntas a ela, que podem auxiliar na escolha e como levar ‘essa rotina’ da melhor forma possível para um bom aproveitamento para vocês CALOUROS e VETERANOS.

Segue abaixo suas respostas: 


* Qual é o nível (biomolecular/celular/integrativa) seria seu estágio? Explique a linha de pesquisa, resumidamente, que você vem atuando. (Para que os Biomed’s possam conhecer melhor).

Meu estágio têm como foco a área celular e a pesquisa na qual estou inserida envolve determinar o número de células neuronais e não-neuronais nas várias regiões do encéfalo de um elefante. Conhecendo esses números e comparando-os com os de outros animais, inclusive humanos, já analisados pelo laboratório, será possível investigar regras de construção filogenéticas e ontogenéticas do encéfalo.

* Quando você começou a procurar estágio?

Comecei a procurar estágio no final do primeiro período.

* No início, você já sabia qual laboratório ou qual foco seria seu estágio?

Não. Tentei me guiar pesquisando um pouco sobre os laboratórios pelos quais demonstrei interesse, após olhar as opções na listagem do ICB.

* Quais foram os motivos para escolher esse laboratório?

Escolhi o NACO, basicamente, por ter sido um dos poucos laboratórios com os quais tive contato ainda no primeiro período. Conheci a linha de pesquisa, que me chamou bastante a atenção, através das aulas de Origem da Vida. Ao fim do primeiro semestre, selecionei alguns laboratórios na listagem disponível no ICB e saí batendo de porta em porta. Nem sempre era possível falar com os responsáveis e muitas vezes, também, não recebi boas explicações sobre as pesquisas e a rotina de cada laboratório. Por fim, o NACO foi o que me despertou mais interesse.

* Quais foram suas impressões nos primeiros dias de estágio?

Minhas impressões foram ótimas. Todos no laboratório foram receptivos e atenciosos. Tiveram paciência de explicar o projeto, as técnicas e de sanar minhas dúvidas. Como as pessoas eram agradáveis, o ambiente também se tornava agradável, de modo que era sempre bom poder estar lá, mesmo nas horas vagas. Além disso, lá temos bastante liberdade, apesar das cobranças em relação ao trabalho. Outra sensação que também experimentei foi a de maior responsabilidade – agora eu era responsável por um projeto de verdade, que provavelmente viraria um artigo, e tudo o que eu fizesse podia afetar o resultado final. Dava um pouco de medo, mas também era muito gratificante pensar no resultado final do seu esforço, com tudo dando certo.

* Teve alguma dificuldade durante o estágio?

Dificuldades, propriamente dizendo, não. Apenas dúvidas com as técnicas, com a pesquisa... Enfim. Coisa natural de quem está começando, acredito. E todas eram gentilmente sanadas pelos colegas de trabalho mais experientes.

* Quais técnicas e informações você aprendeu?

Dentre as técnicas, microscopia óptica de fluorescência, fracionamento isotrópico, contagem de células e imunologia. Quanto às informações, diversos tipos de conhecimentos associados à neurobiologia, fosse através da leitura de artigos ou dos seminários do laboratório.

* Além dos conhecimentos científicos e acadêmicos, teve outros tipos de conhecimentos no seu progresso de aprendizagem?

Sim. A experiência com o estágio me ensinou a ter mais responsabilidade, a ser mais cuidadosa e atenciosa e a trabalhar melhor em equipe.

* Ocorreram atividades-curriculares ou extras relacionados ao laboratório / estágio como: seminários, cursos e outros? Qual foi a importância dessas atividades para sua área acadêmica?

Sim. O NACO possui rotina de seminários, toda terça e sexta-feira, com apresentação de artigos e dados, respectivamente. A importância dessas atividades foi bastante relevante, pois fazendo parte dessa rotina, desde cedo, criei familiaridade com a leitura e interpretação de artigos científicos e também com a realização e apresentação de seminários. Esse tipo de prática me tornou mais crítica e, sobretudo, teve grande impacto nos meu desempenho em sala de aula, afinal, a apresentação de seminários é uma constante a partir do segundo período da Biomedicina. 

* Como é sua rotina semanal / mensal no laboratório?

Minha semana possui dois dias dedicados ao estágio – segundas e terças, pela manhã. Até algum tempo, no NACO, trabalhávamos com metas. Cada um dos envolvidos no projeto do elefante estabelecia metas no início do mês, as quais eram escritas num quadro e deviam ser cumpridas. Embora fosse um ato simples, era uma ótima maneira de nos organizarmos e até mesmo estimular o trabalho. Além disso, como já ressaltado, contamos com dois seminários semanais, n as terças e sextas.

Para a demanda de trabalho e tendo em vista o propósito do curso de Biomedicina, que é a formação de cientistas, acredito que a carga horária dedicada ao estágio deveria ser maior. E isso é, inclusive, motivo de descontentamento entre os orientadores. Devido ao grande número de aulas e ao horário apertado, quase não me sobra tempo para ir ao NACO fora dos horários realmente destinados a isso, infelizmente.

* Tem alguma dica para a procura de estágio?

Minha dica para encontrar um estágio interessante é pesquisar. Existe uma lista no ICB com todos os laboratórios cadastrados para estágio rotatório, além do endereço e do nome dos responsáveis pelos mesmos. A lista é imensa e muito, MUITO diversa. Cabe a cada um fazer o que eu fiz: lê-la por inteiro e marcar os nomes que mais interessam a uma primeira vista. Depois, pesquisar. Seja através da internet, seja conversando com pessoas da área, seja batendo na porta de cada laboratório. A escolha do estágio deve ser feita de forma consciente para não gerar arrependimentos. 


Para saber mais sobre o projeto, clique no link ao lado: http://www.caccf1.blogspot.com.br/2013/04/rotina-da-biome-na-ufrj.html


Alias, quer participar compartilhando sua experiência aqui no Projeto “rotina da Biomed na UFRJ”? Envie sua inscrição no email: rotinadabiomednaufrj@gmail.com . Se quiser, mande perguntas para esse email que faremos para os próximos entrevistados, e aproveite que a próxima entrevista será um aluno de “intercâmbio”. 
Quem será?